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Blog das aventuras de Fausto Pinheiro Pereira pelo mundo afora (bom, na verdade, Brasil e Japão na maioria...) Escrito em português



Wednesday, April 26, 2006
 

Mais fotos!

Novas fotos, como diz o título! Confira fotos que eu tirei no Fwashes e também mais duas adições no cardápio do Delícias do Oriente. Confira!

Grande Letra
Fausto
10:19

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Monday, April 24, 2006
 

Falando de comerciais...

Já que eu toquei no assunto, aqui vai o link de uns comerciais de uma empresa de cosméticos masculinos. Todos são engraçados, mas o meu favorito é este aqui. O link dá acesso aos outros comerciais também. Ver esses comerciais me faz pensar que os publicitários que criaram essas peças devem colocar colírio no nariz ou coisa pior... Confiram!

 

Grande Letra
Fausto
22:52

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Nada familiar...

Vi na tevê um comercial de refrigerante, que começou a passar há algum tempo. É bem simples: Toca uma melodia animada por toda o comercial. Uma garota, de biquini amarelo (por coincidênica uma das cores principais do logotipo da bebida), dançando alegremente embaixo de um chuveiro (aparentemente na praia, não dá para ver o cenário). Ela sorri, dança, toma um gole e eventualmente coloca a garrafa perto do corpo, com mais freqüência na cintura e na altura do busto. Não há nenhuma palavra, a não ser o refrão, que diz o nome da bebida com freqüência.

Fiz um pequeno exercício de memória. 'Nunca' vi um comercial onde você relacionasse mulheres bonitas com refrigerantes e bebidas alcoólicas (por sinal, famosos por acabar com qualquer corpo esbelto). Onde já se viu? Imagine se começam essa moda no Brasil? :) Hehehe

PS: Encontrei o comercial na internet.

Grande Letra
Fausto
22:31

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Sunday, April 23, 2006
 

...Aonde nenhum homem das cavernas jamais foi!

Eu estava surfando esses dias, pesquisando dados sobre Jornada nas Estrelas. Quis saber mais informações sobre a série Enterprise, depois de assistir ao último episódio.
Por acaso, encontrei este link. É uma paródia divertida da série original: Stone Trek. Não sei quando foi a última atualização, mas só tem dez episódios. Os episódios anteriores estão na sessão 'Missions' da versão avançada. Na versão HTML, eles estão listados na tela principal. Não tem como errar. Divirtam-se! :)

 

Grande Letra
Fausto
16:39

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Novas fragrâncias

Hoje dei um passeio em Shinjuku com a Maressa. Na volta, ela parou para ver uns perfumes que estavam à mostra numa loja de cosméticos perto da estação. Um dos perfumes me chamou a atenção: seu nome era Boun Boun Mango! Como o nome indica, o perfume tinha cheiro de manga!
Não que o cheiro não fosse agradável. Eu gosto de cheiro de mangas. Mas desde que seja nas frutas.
Mas talvez eu esteja sendo um pouco conservador... Por outro lado, o que você pode falar em defesa de um perfume assim?
Bom, é inegável que usando um perfume assim, qualquer um ficaria irresistível. Para macacos, marsupiais e outras criaturas selvagens...

 

Grande Letra
Fausto
03:04

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Espalhando o medo!

Anteontem eu a Maressa estávamos voltando para o nosso alojamento quando vimos o bebê de um dos casais que mora aqui, brincando de abrir e fechar o portão menor do nosso alojamento(quase uma portinhola). Ao nos ver, o menino (que devia ter um pouco mais de um ano) se assustou e foi correndo e chorando para sua mãe, que estava perto.
Todos rimos da situação, inclusive a mãe. Se fosse só eu, não ficaria tão surpreso. Afinal, já tive experiências com senhoras fugindo de mim, só porque eu tentei perguntar por orientações. Mas desta vez a minha esposa estava comigo.
Felizmente, foi um caso mais excepcional. Na grande maioria dos casos, as crianças japonesas ficam curiosas de me ver. Imagino o que deve ter passado na cabeça do menino quando ele nos viu.

 

Grande Letra
Fausto
02:57

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Wednesday, April 19, 2006
 

Novas adições!

Ontem eu coloquei mais fotos nos meus outros blogs.

Mais pratos foram adicionados ao cardápio do Delícias do Oriente. Também coloquei algumas fotos do show do Bon Jovi no Fwashes Fwom The Gwave.

Confiram e comentem! :)

 

Grande Letra
Fausto
10:35

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Névoa amarela

Ontem passou no noticiário que, pela primeira vez em seis anos, foi verificado em Tóquio a presença de uma 'neblina', composta de areia amarela. Inicialmente, fiquei um pouco confuso, pois não conseguia imaginar de onde poderia vir a tal areia. Achei que fosse um erro de interpretação meu ou coisa parecida (os ideogramas que apareciam eram literalmente 'areia amarela').

Fiquei surpreso. Não por estar certo (não estou querendo parecer convencido e dizer que estou sempre certo), mas pela origem da areia. Esta tempestade de areia veio do deserto de Góbi, na China, localizado a (bem) mais de 1000 quilômetros de distância.

E se aqui, a areia veio em pequenas quantidades, em Pequim, veio com força total. A reportagem mostrou também o noticiário chinês, falando sobre as conseqüências da areia na capital chinesa. Cerca de 300 mil toneladas de areia voaram sobre a cidade, colorindo a cidade de amarelo e destruindo a saúde dos mais sensíveis. Uma médica chinesa, entrevistada, recomendava aos cidadãos de seu país (afinal, era um noticiário chinês) a usar máscaras e óculos para prevenir os efeitos daninhos da areia.

Hmm, lembra um pouco os tempos de seca em Brasília (mas só um pouco)...

Grande Letra
Fausto
10:29

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Sunday, April 16, 2006
 

Entrevista com a Marisa Monte

Na quarta-feira, uma professora da minha universidade me ligou, perguntando se eu tinha tempo e interesse em fazer um rápido trabalho de intérprete. Era na sexta à noite, e a empresa prometia pagar também as despesas de táxi, já que não haveria mais trens disponíveis depois desse horário.
O que mais parecia interessante no trabalho era a pessoa envolvida: a Marisa Monte! Claro que aceitei o trabalho. No dia, saí bem cedo (já que tinha coisas para fazer na universidade), já arrumado para a entrevista. Como era depois da meia-noite, tinha tempo de sobra depois da universidade.
No meio tempo, dei uma volta em Kichijoji, um bairro da cidade, com meu amigo. Depois de um tempo, me dirigi para Ebisu, para a entrevista. Como tinha em mãos o mapinha da empresa onde ela seria realizada, não foi difícil encontrar meu caminho. Cheguei um pouco mais de meia hora antes, para fazer os preparativos. Assim que entrei, perguntei para um dos funcionários se, depois da entrevista, teria a chance de tirar uma foto junto com a Marisa. Foi aí que eu descobri que a entrevista seria realizada via telefone! Nós, aqui no Japão e ela, no conforto do seu lar, no Brasil...
Bom, fazer o quê? Me preparei, terminando de traduzir as perguntas que deveria fazer. Chegou a hora, discaram o telefone e ela atendeu. E assim, meio de repente, começou a entrevista. Na verdade, não dá para dizer 'de repente', pois foi tudo agendado e ela estava esperando a ligação e sabia exatamente do que se tratava. Foi tudo gravado, já que, até o fim desta semana, vou ter de traduzir a entrevista para o japonês. No final das contas, foi legal do mesmo jeito: como eu tinha de ler as perguntas também, acabou que eu entrevistei a Marisa Monte (embora via telefone).

 

Grande Letra
Fausto
14:24

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Thursday, April 13, 2006
 

Mais um sonho estranho: Você deve ter muita força de vontade se quiser comer chocolate

Como de costume, tive outro sonho esquisito. Já estava sentindo falta. Eu devia deixar um caderno na cabeceira da cama para anotar as coisas que eu sonho. Tem dias que parece até um filme, com início, meio e fim, com direito às vezes a trilha sonora e direção de filmagem (qual é a graça de sonhar só em primeira pessoa?)

Bem, vamos ao sonho de hoje. Estava em 'Brasília' (não parecia nem um pouco, mas eu achava que era lá) e ganhei um chocolate de alguém. Era um chocolate normal, sem nada diferente. Um desses bombons que a gente compra na lanchonete da esquina, de envelope dourado (sem propagandas aqui). Deu um tempo, e eu notei que o chocolate tinha me dado uma alergia estranha, que afetava só o braço esquerdo. Quando eu me dei conta da alergia, já estava com o braço todo empolado, com pontos vermelhos grandes como feijões. Estranhei que não coçava ou doía. Uns poucos instantes depois, para espanto meu e da pessoa que estava do meu lado (não lembro quem era), o braço começou a inchar mais ainda, e as pintas vermelhas começaram a crescer. Algumas já estavam parecendo bolas de gude vermelhas, por causa do sangue que estava acumulando dentro delas. Agora sim, a alergia estava incomodando (mas não doendo). Eu olhei para o meu braço, que já estava quase com o dobro do tamanho, e me concentrei nele. A força de vontade (ou meditação ou qualquer coisa assim) tinha feito o braço desinchar, fazendo-o voltar ao estado anterior (apenas empolado). O problema é que eu precisava manter atenção constante no braço, se não começava a inchar de novo. Num momento de distração, ele cresceu mais uma vez e agora (apesar de não tão grande quanto antes) estava todo cheio de bolinhas vermelhas e pulsando.

O sonho terminou por aí, interrompido pelo despertador. Quando acordei, descobri porque apenas o braço esquerdo tinha sido afetado no sonho: tinha feito uns exercícios na noite anterior e, apesar de ter feito alongamentos e tudo mais, devo ter dado um mau jeito na parte de trás do braço, perto do ombro, o que estava causando um pequeno incômodo.

Vamos ver que tipo de sonho vou ter de agora em diante... :)

 

Grande Letra
Fausto
18:49

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Monday, April 10, 2006
 

Um bom fim-de-semana

Este sábado e domingo foram bem aproveitados.
No sábado, reencontrei um amigo, que consegui uma nova bolsa para estudar no Japão. Foi um jantar de boas-vindas para os novos bolsistas. Infelizmente, foi realizado num restaurante de shabu-shabu, que, para a Maressa, é impossível de comer. Já que ela não tinha comido nada, depois do jantar, fui junto com ela a um restaurante próximo da estação mais próxima da nossa casa para acompanhá-la num jantar. Acabei comendo de novo e ficamos empanturrados a ponto de não poder ir à churrascaria no dia seguinte, como tínhamos combinado com um amigo.

Em troca, no domingo de manhã, fomos novamente ao monte Takao, para participar da segunda parte da filmagem do especial sobre o monte, que vai passar em maio. Cantamos o 'We are the world' com outros estrangeiros, conhecemos novas pessoas, almoçamos, tiramos fotos e descemos o monte. Depois disso, fomos assistir ao show do Bon Jovi. Esse show merece uma seção à parte, logo abaixo:

Um show 'Bon', cheio de gente 'Jovi'

Eu tinha conseguido comprar ingressos na quarta-feira da mesma semana, o que me deixou impressionado, já que normalmente esgota com muita antecedência. Para pagar, usei o dinheiro que recebi de volta dos bilhetes do show do U2, que era para ser no dia 4 deste mês, mas tinha sido adiado até novembro. No final das contas, os bilhetes foram mais baratos que os do U2, então eu acabei recebendo uns 20 dólares de volta. Dá para dizer que o show foi tão bom, que o U2 pagou para a gente assistir (o fato de eu ter pago antes é um mero detalhe) :P.

Chegamos com 5 minutos de atraso no Tokyo Dome,que normalmente é utilizado para a realização de partidas de beisebol. Nossos bilhetes mostravam a dimensão do estádio: Portão 41, segundo andar, lado da 3ª base (já que é um estádio de beisebol), 9º corredor, fileira 28, assentos 129 e 130. Detalhe: assento especial (S). Chegando nos nossos lugares, descobrimos que eram realmente especiais. A fileira 28 do segundo andar é a antepenúltima fileira do estádio. O palco e os cantores pareciam formiguinhas cantando (sem exagero, acho que estávamos a mais de 200 metros de distância deles). Felizmente, os telôes no palco permitiam uma visão clara dos cantores mesmo da nossa distância.

A sonoplastia estava meio enferrujada no início e o som parecia meio abafado nas primeiras músicas. Mas logo melhorou, e bastante. O palco, que de início parecia bastante simples, foi ficando mais interessante com o passar do espetáculo. Além do telão principal, no fundo, havia dois telões 'menores' que pareciam ter cerca de 300 polegadas (como não sou especialista no assunto e nem bom de medidas a longas distâncias, não descarto a possibilidade de exagero). Também havia cinco colunas, feitas de telinhas de leds alinhadas, de 14 polegadas, que mudavam de cor e padrões. No fundo de tudo, havia um super telão, que parecia ser feito de leds (a resolução era, talvez propositalmente, bem baixa. Somando a tudo isso, havia holofotes de iluminação em volta do palco.

Eu achei o show bastante divertido, embora tenha pulado muito menos que a minha esposa. Descobri que conhecia muito mais músicas do grupo que eu imaginava. É que eu simplesmente não sabia que eram do grupo. O 'bis' que o grupo deu foi de quase uma hora, o que foi muito legal.

O estádio estava lotado. Não é um espanto, porque aqui o pessoal sempre consegue lotar eventos, independente do preço ou do tipo do show. O pessoal sabia bem as músicas (ou pelo menos parecia saber o bastante para acompanhar). Até que eles se comportam bem. Ficavam só batendo palmas no lugar. Mas não houve nenhuma agitação aparente, e os seguranças não pareciam ter muito mais o que fazer que orientar as pessoas para as saídas. Mesmo porque não havia nenhum espaço disponível para pular ou se agitar de qualquer outra maneira. Mas eles têm disposição para bater palmas por mais de uma hora inteira.

Um pequeno detalhe: as saídas eram bem estreitas, considerando a quantidade de gente. Mesmo as saídas de emergência não pareciam suficientes para aguentar o volume de gente que estava no estádio. Uma coisa engraçada foi a lufada de vento que quase me carregou no instante que atravessei o portão de saída. Imagino que tenha sido causado pela diferença de pressão ou temperatura de dentro para fora do estádio (por sinal estava bem quente lá dentro, devido ao 'calor humano'). Ainda bem que eu tinha roupas mais leves por baixo, senão teria sido cozido, 'no bafo'. No fim, foi um show legal, sem imprevistos e nem irritações.

Depois do show, fomos comer um cachorro-quente e uma crepe, nas proximidades do estádio para esperar a multidão sair. Comprovamos que esses pratos são mais gostosos no Brasil que em outros países.

Um último detalhes que chamou a atenção foi que perto da estação havia uns sujeitos vendendo fotos (muito bem tiradas) do show do dia anterior, a dez dólares para cada três fotos. Imagino que tipo de equipamento ele usou. Um dos vendedores tinha uma cara tão suspeita que só lhe faltava um tapa-olho e um papagaio no ombro... :)

 

Grande Letra
Fausto
18:35

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Da geladeira para o forno, e de novo para a geladeira...

Aqui no Japão, a primavera continua incomum. As cerejeiras estão floridas, os pássaros cantam, mas um elemento continua em desarmonia: o frio. Até que ontem foi um dia bonito, fez sol e tudo mais. Eu inclusive pude, pela primeira vez em meses, andar fora de casa sem casaco (mas estava com ele no braço por precaução) durante o dia. Mas hoje voltou a chover e ficou frio, uma diferença de 5 graus para o dia anterior. Eu não ligo muito para isso. Pelo menos não tanto quanto a Maressa.

Mas o que me incomoda mesmo não é isso. O que eu acho desagradável é o excesso de aquecimento que os japoneses colocam nos transportes públicos. Normalmente, embaixo dos bancos de trens, ônibus, bondes e metrôs, há uma saída para o aquecimento. Não sei se é por má regulagem mas é muito quente. Às vezes chega até a doer as pernas.

E nem é muito saudável. Não pode ser. Me recuso a acreditar que uma diferença de temperatura dessas possa fazer algum bem à saúde. Além do quê, nem tem muito sentido. Todas as pessoas que eu vejo andando na rua parecem bem protegidas contra o frio, com casacos e cachecóis (se o frio for maior). Há, é claro a exceção de muitas garotas que insistem em andar de minissaia no frio. Mas acho que elas não devem ter sensibilidade nas pernas, já que eu cheguei a ver mulheres de minissaia na neve, então não há nenhum benefício aparente para elas.

Não é a primeira vez que sou afetado com aquecimento excessivo. Quando eu e a Maressa fomos passear na argentina, aproveitando o momento econômico vantajoso, conseguimos pegar um ônibus para Bariloche sem reserva (o que acabou custando bem menos que a gente esperava). O ônibus era confortável e tudo mais. Tinha duas diferenças entre os ônibus brasileiros: Não parava em lugar nenhum, apesar da viagem durar mais de dezenove horas (havia serviço de bordo, com jantar e café da manhã), e tinha aquecimento que, sabe lá por quê, estava regulado para 27 graus. Se essa temperatura é considerada levemente quente (para nós agora parece verão intenso), imagine quando você saiu de um ambiente de menos de 5 graus (e continua vestido de acordo). Resultado: apesar da comida e o passeio terem sido bons, ficamos torrando e suando durante todo o percurso. Talvez isso tenha ajudado a perder peso. Vai ver os argentinos resolveram criar o ônibus-sauna...

Com sorte, o clima melhora logo e vamos ter calor. Mas agora, isso parece tão provável quanto começar a chover sorvete de flocos (por sinal, estou sentindo falta deste sabor por aqui...)

 

Grande Letra
Fausto
17:52

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Friday, April 07, 2006
 

Visita ao senhor Takao

Ontem eu e a Maressa fomos ver o Takao-san. Não se trata de uma pessoa (a despeito do título), mas sim de uma montanha que fica na periferia (ou melhor, na periferia da periferia) de Tóquio. Não foi um grande desafio em termos atléticos, já que subimos de teleférico e descemos de bonde. Mas isso não tira a satisfação da vista. Aproveitamos a temporada (início de primavera) para fazer o nosso pequeno hanami, comendo um lanchinho enquanto admirávamos as flores de cerejeira. Foi bom. Também aproveitamos a chance para visitar o templo Yakuouin, que se destaca por ter imagens de tengus.

De quebra, ainda fomos interceptados pela equipe de filmagem de uma televisão japonesa e entrevistados. Talvez no fim deste mês, nós apareçamos na televisão! :)

 

Grande Letra
Fausto
11:34

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Sunday, April 02, 2006
 

No fundo, somos todos iguais

Há um tempo atrás, eu estava indo para a estação de trem. Na entrada de um supermercado, eu notei um senhor falando, aparentemente sozinho (traduzido do japonês):
-Ué, onde estão? Onde foram parar? Ah, achei!
Olhei de novo para ver que, do outro lado da pilastra onde estava o senhor, havia duas meninas, aparentemente de 3 e 5 anos, rindo. Ele estava brincando com suas netas (imagino).
Esta cena trouxe à tona uma conclusão que eu tive na minha experiência anterior morando no Japão: no final das contas, somos todos iguais (daí o título do post).

Falei com isso para a Maressa e ela me deu mais um exemplo, vindo das colegas de trabalho dela(vale dizer que a Maressa trabalha com pessoas de várias nacionalidades diferentes). Uma das colegas da minha esposa tinha cortado o cabelo e feito uma ou outra mudança no visual. A causa disso foi ela ter rompido com o namorado e decidir, por isso, fazer uma mudança de ares. Exatamente como a Maressa tinha visto acontecer no Brasil.

Uma das coisas que faz valer morar tão longe de nossa terra natal é justamente isso: aprender um pouco mais sobre as pessoas. Vamos ver o que mais dá para aprender. :)

 

Grande Letra
Fausto
00:10

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