Ele se foi!!
Nao aguentei mais e resolvi dar um fim nele. Estava me incomodando. Pensei que aguentaria sua companhia por mais um tempo, mas estava errado. Ontem a noite peguei a navalha e dei um fim nele.
Adeus, cavanhaque!
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Wednesday, May 25, 2005 Ele se foi!! Nao aguentei mais e resolvi dar um fim nele. Estava me incomodando. Pensei que aguentaria sua companhia por mais um tempo, mas estava errado. Ontem a noite peguei a navalha e dei um fim nele. Adeus, cavanhaque!
Fausto Sunday, May 22, 2005
Um pouco mais de nado
Na sexta, como a gente é a última turma a utilizar a área, temos de 'fechar' a piscina com as proteções térmicas e colocar o robô de limpeza dentro da água. Eu fiquei espantado ao ver que tinha um robô para aquela piscina. Parece até história futurística. Na verdade o robô não é lá essas coisas. Basicamente é um aspirador com controle de direção, que opera conectado a um dispositivo de controle (imagino) e uma saída para o material sugado pelo aspirador. Disseram que quando o robô é colocado em operação, a água dá choque (não letal). Não quis testar, vou acreditar neles.
Fausto Thursday, May 19, 2005
Mais sumozadas
Hoje eu dediquei mais um tempinho para assistir ao torneio de sumô. Teve um evento bastente único. Nos preparativos para o combate, que duram bem mais que a luta propriamente dita, os sekitoris Hokutoriki e Kyokushuzan ficaram se encarando durante um bom tempo entre cada uma das etapas preparativas do combate, o que aumentou bastante a tensão do ambiente. Talvez por causa disso, um deles 'queimou' o início do combate quatro vezes, com direito a um 'chega prá lá' do seu oponente, um evento único. (para começar o combate, a 'largada' deve ser sincronizada, não sei quais são os parâmetros para definir). Em geral, quem 'queima' perde o combate, talvez pelo estresse. E desta vez não foi excessão. Infelizmente eu não lembro quem ganhou, mas tenho a impressão de que foi Kyokushuzan. De resto, foi normal, até onde eu lembro. Um lutador bem magrinho (não deve ter mais de 120 quilos) venceu novamente, lançando mão de sua velocidade e habilidade, contra peso e força. Não dá certo sempre, mas ele está deixando de ser uma zebra. Takamizakari, como sempre, mostra muita disposição e ânimo. Como de costume, ele fez muito kiai, o que sempre entusiasma a platéia. Mais uma vez, ele provou que só kiai não é suficiente para garantir a vitória. Mas ainda assim, continua cheio de fâs.
Fausto Tuesday, May 17, 2005 Mais fotos! Chequem o fwashes fwom yo gwave! Não esqueçam de comentar. :)
Fausto
Um momento especial
Hoje acordei cedo para participar do treino de natação. Durante a minha caminhada até a estação, pensei algo interessante: Apesar de estar do outro lado do mundo e estar numa diferença de fuso de exatas 12 horas, por quase meia hora é dia tanto no Brasil quanto no Japão. Por aqui fica claro bem cedo entre a primavera e o fim do outono. Entre quatro e meia e cinco da manhã já começa a ficar claro por aqui. O Sol só surge uma hora depois, mas já se pode dizer que é dia (não sejamos detalhistas com horário). Nesse momento, no Brasil, é fim de tarde. Mesmo no inverno, o sol se põe entre cinco e quarenta e cinco e seis horas. Logo, no Brasil é dia também. Agora, se alguém quiser me ligar para falar nesse horário, não adianta dizer que é dia aqui também: Provavelmente vai ouvir palavras de um vocabulário que eu normalmente não uso, com muitas palavras curtas. Deixando isso de lado, acordar muito cedo hoje me deixou com sono. Vou tirar um cochilo de uma hora antes da aula, que vai se à tarde, se não zzzzzz...
Fausto Monday, May 16, 2005
Nada, nado, naargh
Esta semana foi normal, o que é bom. Segui o cronograma sem nenhum problema. Felizmente pude parcitipar também das atividades do clube de natação. Infelizmente, essa parte não foi nada convencional. Vamos a um pequeno resumo: Terça-feira: Cheguei um pouco atrasado, mas consegui nadar com o grupo, até que uma garota do grupo começou a passar mal, por hiperventilação. É claro que, por causa disso, paramos de imediato o treino e nos mobilizamos para ajudá-la. Chegamos a chamar uma ambulância e ela foi levada para um hospital próprio. Felizmente, ela não teve nenhum problema grave, e teve alta no mesmo dia. Graças a isso, rumei ao hospital de carona na moto de um dos membros do clube. Foi a primeira vez que eu andei de moto em muitos anos, e a maior viagem que eu fiz neste tipo de veículo. Considerando as circunstâncias, foi até divertido. Quinta-feira Cheguei no horário normal mas, por algum motivo, não tinha força nenhuma. Logo fiquei exausto, mas consegui cumprir boa parte da meta do dia. Aproveitei também para aprimorar a técnica das pernas. Sexta-feira: O dia começou com um pequeno problema: eu cheguei atrasado cinco minutos no serviço (veja post anterior), mas ainda assim levei um pito do chefe (fora isso, foi um dia normal de trabalho). Na próxima vez, chego com meia hora de antecedência. Desta vez, não vão ter o que falar de mim. Deixando isso de lado, o treino de noite foi muito bem. Consegui aperfeiçoar um pouco mais minha técnica e ganhei um pouco mais de fôlego. Finalmente consegui pegar o jeito para a pernada de nado borboleta. Falta só conseguir coordenar braços e pernas. Não obstante, ainda acho que o nado borboleta é meio idiota. Muito cansaço sem tanto benefício. Entretanto, admito que é rápido, se bem feito. Fiz minha primeira medição para os 100 metros em estilo cráu (crawl?): 1'58"09. Meu recorde pessoal, considerando que é a primeira medição. O recorde mundial está na faixa dos quarenta e poucos segundos, o que me deu uma idéia clara da distância que me separa de meus objetivos. Não, não quero bater o recorde mundial, mas fico satisfeito se chegar na casa de um minuto. Vamos ver se com treinos constantes, consigo avançar a tal ponto. Tudo estava indo bem, até que um pouco antes do treino acabar, o músculo interno da batata da perna girou para dentro, numa dolorosa câimbra. Mesmo dentro da água, consegui fazer o músculo voltar à posição normal, mas continuou dolorido por mais algumas horas. Por causa disso, aumentei meu estoque de bananas potássio-geradoras. A partir de agora vou fazer mais alongamentos, para evitar que isso aconteça de novo...
Fausto
Um novo trabalho
Desde a semana passada, comecei um novo trabalho. Como eu gosto, envolve tradução. O pagamento não é muito bom, se comparado a outras possibilidades. Mas tem uma grande vantagem: é constante, o que normalmente não acontece no ramo. Estou trabalhando agora como terceirizado de uma empresa de tradução. Nunca falta serviço, mas não é tão difícil. Por questões contratuais, não posso falar o conteúdo (especialmente num ambiente público como um blog), mas garanto não ser nada perigoso. É apenas para preservar a privacidade das partes. No final das contas, é só um serviço de escritório, com hora fixa para começar e terminar, onde eu traduzo conteúdo do português para o japonês. No final das contas, vai ajudar no currículo e no bolso. Duplo benefício, e eu ainda lucro com a experiência. Estou aproveitando chances como essa para aumentar o meu estoque de dicionários, que estão se tornando cada vez mais necessários. Aqui eles estão mais em conta que no Brasil, não posso perder a chance. Com o último trabalho, comprei um dicionário que eu queria há muito tempo: o dicionário jurídico português-japonês, de co-autoria do professor Masato Ninomiya. Com esse trabalho, já tenho algo para fazer na sexta-livre que eu tinha e ainda tenho tempo suficiente para continuar meus estudos, que são minha meta principal. Com o tempo, espero ter boas notícias sobre ambos.
Fausto Friday, May 13, 2005
Ainda sobre sumô
Aproveitando o assunto levantado no post anterior, eu ouvi falar de um emprego bastante rentável, que envolve o sumô. Talvez seja mais interessante para fãs, por proporcionar um contato mais ativo com os rikishis. O pagamento, segundo os boatos, é generoso, beirando quase 5 mil dólares. Qual o tipo de emprego. Bom, pode-se dizer que é auxiliar de manutenção sanitária. Basicamente, é ajudar o sumoca em seus cuidados diários, como vestuário e banho, mas também envolve atuar como uma mão extra, já que o sekitori tem lugares onde o braço não chega, se é que você me entende. De qualquer forma, o pagamento é bom. Alguém se habilita? Por falar nisso, lembrei de outro emprego que dizem ser muito bem pago por aqui. Esse é um pouquinho mais sinistro: agente funerário. Não lembro o quanto é o pagamento, mas com certeza é generoso. O trabalho, como você pode imaginar, é ajudar a deixar os restos mortais dos finados apresentáveis e, provavelmente, auxiliar na cerimônia funerária japonesa (não se esqueça que a cremação é prática comum por aqui). Algum candidato?
Fausto Wednesday, May 11, 2005
Uma questão de prática
Domingo passado começou mais uma das seis etapas do campeonato de sumô. Eu gosto muito de ver isso na televisão. Ignorando a aparência assutadora dos lutadores, é uma forma de disputa interessante. O objetivo é simples, e os lutadores são, na medida do possível, cordiais. Quer dizer, respeitam religiosamente todos os cumprimentos rituais mantém uma atitude cavalheira em relação a seus oponentes. Mas não é disso que eu quero falar. Como cheguei tarde em casa hoje, só pude assistir à reprise, que tem apenas os melhores momentos. Como não podia deixar de faltar, tem o replay com câmera lenta das lutas mais emocionantes. É justamente por causa da câmera lenta que dá para perceber que os lutadores do nível superior merecem o sua posição de destaque. Não é só um tamanho titânico que importa: muita técnica e precisão são essenciais. Se você já viu uma luta de sumô, deve ter percebido que raramente dura mais de 30 segundos. Fico impressionado em ver como os Risishis, no meio de toda a pressão do combate (e levando espalmada do adversário) seguem com perfeição os movimentos praticados diariamente nos treinos. Ver isso na tevê me fez lembrar de outros momentos de precisão adquirida pela prática que eu tinha presenciado, como tocar o violoncelo (e outros instrumentos da família do violino) e nas peças do teatro Nô e Kabuki.
Fausto Monday, May 09, 2005
Deu branco
Tenho uma pequena confissão, só para você, não espalhe. :) Na verdade, eu tinha um monte de coisas para contar, mas esqueci tudo... Eu não sei o que acontece, mas toda a infinidade de idéias e novidades simplesmente desaparece no instante que eu coloco minhas mãos sobre o teclado. É como magia: simplesmente desaparece tudo. Dá um branco total, todas as informações que eu tinha acumulado para contar vão para o espaço. Parece até que o 'rwindows' gerencia minha memória. Isso acontece com você também? Imagino quais sejam as causas. Será que as boas idéias são como eletricidade estática? Se for isso, o teclado deve ser o fio terra... De qualquer forma, fico feliz de poder eventualmente guardar ainda algumas das coisas que eu tinha para falar, senão meu blog seria consideravelmente chato. Imagine se todos os posts fossem como '...' ou 'hm... sei lá...' ou ainda 'pô, esqueci de novo'...
Fausto
Fausteando o ambiente
Um ano antes de me mudar para o Japão, passei a morar na minha própria casa, o que foi uma experiência muito interessante. Tinha alguns momentos em que me sentia só, é verdade. Bom, tinha meus dois gatos, mas qualquer tentativa de diálogo com eles não era muito frutífera... Ainda assim, não tinha reclamações. Sempre que possível, visitava (ou era visitado por) minha mãe, namorada e amigos, então não posso dizer que era uma pessoa solitária. E, além disso, finalmente tinha um espaço só para mim, que podia organizar da maneira que eu quisesse. Entretanto, à medida que o tempo passava, eu tornava a casa mais confortável, o que não é nenhum espanto. Mas isso trouxe um efeito inesperado. Eu acabei 'fausteando' a casa em excesso, o que fez ela confortável demais para ficar acordado por muito tempo, depois de voltar para casa. Há outros fators que se somaram à 'fausteação', como o cansaço do trabalho e a faculdade durante os dias da semana (mais o estágio durante um tempo), mas não devem ter uma influência muito grande. :) Eu percebi também que a fausteação afetava também boa parte das visitas, que acabavam cochilando ou mesmo dormindo se a estadia fosse muito longa, com excessão das festas, já que a concentração de elemento 'F' (Fausteador) por pesssoa diminuia. Recentemente, o meu quarto/apê aqui no Japão atingiu o pico de fausteação, o que está começando a atrapalhar agora que as aulas recomeçaram. Vou tentar reorganizar a vasta mobília do meu domínio - cama, geladeira, escrivaninha e estantes (ou pelo menos rearrumar umas prateleiras), para ver se consigo deixar o ambiente menos sonífero. Abrir a janela também ajuda. :)
Fausto Friday, May 06, 2005
Mais fotos
Chequem de novo o 'Fwashes fwom yo gwave' (link à esquerda). Aproveitem também para rever as fotos antigas. Comentários são bem vindos, preciso de um feedback de vez em quando para saber como está o nível das fotos.
Fausto
Uma b* de idéia
Descobri hoje que há muitos zoológicos que investem muito para conseguir atrair visitantes. Eles querem acabar com a idéia de que os zoológicos são todos iguais. Para isso, incluem atividades como alimentar os animais (sob a supervisão do pessoal do zoológico, é claro), novas formas de apresentação, como aquários elevados para mostrar doninhas ativas. As crianças adoram. Credo, só de digitar esse post já me deu vontade de vomitar. Como alguém pode ter uma idéia dessas!?
Fausto
Dia das crianças
Como todos sabem, 5 de maio é dia das crianças. Pelo menos aqui no Japão. Um detalhe. O conceito de crianças é bastante relativo, já que exclui metade delas. Apesar de ter a palavra 'crianças', só inclui meninos. Femininas de plantão, não se preocupem: há um dia reservado para as meninas. E pasmem! Vem antes do dia dos meninos, no dia 3 de março. Deixando essas questões de lado, foi um dia que eu passei tranqüilo. Inclusive eu quase esqueci da data. Foi também o dia que dei uma pausinha dos exercícios diários de natação, porque estava sentindo que estava forçando demais o corpo. Antes de ter uma contusão, uma pausa. Amanhã tem mais natação.
Por sinal, ontem eu tive a oportunidade de aprimorar a forma no nado e, ao mesmo verificar minhas fraquezas. Como esperava, preciso fazer correções em quase tudo. Mas não é nenhum espanto considerando o lapso de mais de uma década entre a última aula. Infelimzente ainda não estou muito bom nos estilos costa e borboleta. Graças à pratica do nado costa, descobri que o gosto da água da piscina não é muito bom. Enquanto eu não melhorar, vou continuar a degustação...
Fausto Wednesday, May 04, 2005
Cinema
Faz um bom tempo que eu não assisto um filme na telona. O cinema aqui é caro, longe e eu geralmente não tenho tempo. No lugar disso, assisto por vias alternativas: de vez em quando alguém aluga alguma coisa para assistir na sala de televisão do térreo. Lá tem uma tevê de 34 polegadas, já é alguma coisa. Mas sinto falta dos dias em que ia no cinema com meus amigos em Brasília. Falando de cinema, há mais dois detalhes negativos do cinema aqui. Os filmes aqui chegam bem atrasados. Imagino que o terceiro episódio de Guerra nas Estrelas vai chegar atrasado também. Para piorar, a televisão japonesa gosta de colocar uns detalhes a mais, para inteirar a platéia dos detalhes. Ou seja: são spoilers profissionais. Por causa disso, quando eu vejo alguma coisa na tevê sobre algum filme que eu tenha interesse, desligo ou mudo de canal. Pode ser que eles falem alguma coisa que eu não queria saber antes de entrar no cinema.
Fausto Tuesday, May 03, 2005
Dias dourados (e um pouco molhados)
Desde a sexta-feira passada começou no Japão a Golden Week, uma das datas mais esperadas pelos japoneses. Por que? Porque é um dos poucos feriados prolongados. E desta vez é especial. É a primeira vez que dura tanto: dez dias! Por causa disso foi batido o recorde de viagens ao exterior, mais de 60000 bilhetes comprados. E eu aqui. A Golden Week é um período que eu dedico a não sair de casa. A lógica é simples. Se eu quiser ir para Shinjuku ou ver o palácio imperial, mais dez milhões de pessoas vão ter a mesma idéia. Qual a vantagem disso? E se eu decidir ir a outros pontos turísicos no Japão, como Kyoto ou Nara, pior ainda. Melhor é ficar aqui. Além do que não estou sem nada para fazer. Os professores passaram um monte de tarefas e o pessoal do clube de natação resolveu ampliar as atividades no período de três dias por semana para treinos diários. Pensando bem, por que existe um nado idiota como esse? O nado crau (crawl?) faz sentido, por ser rápido. O peito também, por ser leve. O costas também, por explorar outra possibilidade de motimentação. Mas qual o sentido de queimar energia feito um maluco para parecer um golfinho com excessos de cafeína? Hoje também teve um exercício que eu achei bastante interessante: nado reverso. Basicamente é nadar normalmente, só que para trás. Eu aproveitei a hora para aperfeiçoar o nado borboleta e tentar melhorar a coordenação braço-perna, então não fiz. Mas era engraçado ver os meus colegas nadando muito devagar e de costas. Outra coisa que estou tentando aprender é a fazer a virada rápida. Já consigo fazer para os estilos peito e borboleta, por serem muito simples (e iguais, o que facilita as coisa). Agora os outros são um problema. Descobri que ficar mais de uma década sem treinar nado faz com que sua coordenaçao motora (grossa, a que coordena movimentação do corpo) retorne a estágios muito primitivos. E, como eu nunca tive muita (já a fina, que coordena movimentos com as mãos, como desenhar, por exemplo, eu tenho). (Ah, não se esqueçam que eu não sou especializado em ativides físicas e posso não estar completamente correto sobre coordenação). Hoje eu acabei batendo a cabeça no fundo da piscina (que é muito rasa) umas duas vezes, mas acabei pegando a idéia principal. A maior dificuldade que eu tenho é que no instante começo a girar na água perco completamente a minha orientação espacial e aí não faço a menor idéia do que está acontecendo. Bom, o importante é conseguir. Um dia eu aprendo direito. Amanhã, mais nado (e um pouquinho de musculação).
Fausto Sunday, May 01, 2005
Adaptação
Acostuma-te a lama que te espera! Não considero esta a melhor estrofe para iniciar esse tema. O poema do qual ela faz parte não tem muito a ver com o que eu quero dizer. Mas eu a escolhi por ser uma estrofe que me marcou. Ela fala de uma necessidade básica humana: a de se integrar num grupo, seja isso agradável ou não. Talvez fosse melhor começar com:
Em Roma, faça como os Romanos Ou sua versão japonesa(espero que dê para ler): 郷に入っては郷に従え Os japoneses são conhecidos por valorizar o grupo acima do indivíduo. Há, infelizmente, padrões de comportamento dissonantes com essa idéia aqui, o que me espantou um pouco, mas isso não vem ao caso agora. Vamos ao que importa. Eu estou temporariamente no Japão, mas não tenho a intenção de tentar ser japonês. Valorizo muito a minha individualidade e personalidade e acho que, se elas devem mudar, essa mudança deve ser espontânea. Mas isso não quer dizer que eu deva criar confrontos desnecessários com os costumes nativos. Afinal, tentar ser bem educado é parte da minha personalidade. Ainda assim, um pouco do espírito local acaba influenciando o comportamento de visitantes passageiros como eu. Outro caso, que tem aspectos tanto negativos quanto positivos: Com o tempo, a gente passa a se basear no que os outros fazem como referência de procedimento. Mas isso não deve ser seguido à risca. Uma vez um japonês me disse: "antes de fazer algo, veja se alguém está fazendo o mesmo que você quer fazer. Se nao houver ninguém, é sinal de que não se deve fazer."
Fausto
Atendendo a pedidos...
Finalmente coloquei algumas fotos. Elas estão nos meus outros blogs. Confiram nos sites: http://gwave.blogspot.com http://chocolula.blogspot.com
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